segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Não agüênta faz Gestão

Atendendo a pedidos vou narrar uma das sensações deste ano: a inesquecível festa de Gestão Empresarial, ocorrida antes das férias de julho.
Pense em um curso onde o ideal é que você se torne um Gestor Empresarial, a idéia parece tentadora... mas ao final do curso você sai de lá gabaritado para ser promoter... não é escárnio nem com o curso e muito menos com a profissão de promoter, mas é isso o que acontece. Eu não acredito que aquele curso dê realmente a visão de para que o técnico passe a gerênciar uma empresa, a não ser que essa empresa seja de festas.

Bom, o que importa é que todo fim de semestre as empresas formadas no curso têm que fazer uma apresentação para expor seus ideais e seus produtos, e até o semestre passado havia uma classificação simbólica.

Essa última classificação foi dada numa festinha, bem morta por sinal... até que chegou o momento mais esperado da tarde... "A Premiação", na qual não foi dado o resultado de uma turma por causa de um grupo que se sentiu prejudicado.

Posso dizer que nesse exato momento a festa "esquentou"...

Começou um bate-boca e no meio de toda aquela guerra apocalíptica veio um "Gordo $%&@# *& £§!%", o mundo, ou melhor, o anfiteatro quase veio a baixo. Foi uma discussão inesquecível...
Mais do que isso só mesmo o nome de um time de futsal lá do técnico, "Não agüênta faz gestão"...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Alguém viu o gatinho?

1º semestre de 2007, o ano...

Primeiro porque comecei a fazer o curso técnico de Informática... mesmo não fazendo a mínima idéia do que eu aprenderia lá, e depois porque finalmente cheguei ao segundo ano e achava que ia fazer algo que eu gostava, nessa época o Jornalismo.
É isso mesmo aula de jornal na escola... que máximo, mas quem será o professor encarregado de nos ensinar tal matéria?? Estou me perguntando isso até hoje... porque sinceramente Homer J. Simpson ainda não é gabaritado para ensinar.

Bom, mas voltando um pouco ao curso técnico... entrei lá sem ter a mínima idéia do que ia fazer e como ia fazer... nas primeiras aulas fiquei sabendo que o curso era voltado para a programação... Legal, que máximo!!! Mas... como assim programação... ?!?! Eu não fazia a mínima idéia de como eu tinha ido parar naquele lugar, com todos aqueles nomes estranhos... Pascal, Java, Delphi, Linguagem C (será que é parecida com a lingua do P??)...
Coisas muito engraçadas aconteceram nesse início de curso...
Duvido que exista alguma alma que não se lembre do famoso "Alô filho! O pão tá em cima da geladeira", ou dos incansáveis dias fazendo cáculos com números binários, ou do dia em que pra variar todos estávamos caindo de sono na aula de IMC I quando o professor fala "blá, blá, blá, primeira questão da prova respondida, blá, blá, blá", até hoje não sei o que foram todos esses "blás"; E as observações da, então, professora de LP e o MQC - Meu Querido Curso??? Como não lembrar dessas e outras figuras bizarras? Você não se lebra? HELLO!!! Onde você esteve? No curso de info do Basoca é que não foi...

Esse primeiro semestre foi crucial para minha escolha profissional, resolvi largar a idéia de ser jornalista graças às "aulas" de Jornal com o Homer, ele mais do que ninguém conhece o verdadeiro sentido do livro "O Jornalismo Canalha" de José Arbex Jr. Infelizmente não entrarei em detalhes sobre esse caso... algum outro dia, quem sabe...

Mas já que estamos falando do ensino médio.... OU, OU, OU, SEGUUUNDOO AAAAA!!!!
Quem não se lembra da cabeçada da Tijuça quando ela atendeu a porta?? Da J... Boca?? De todas as vezes que o tio Bat falou de Star Wars?? De "uma porção de poção"?? Da representação da professora "Carmélia" dizendo que teria que ir na BI-BLI-O-TE-CA corrigir trabalhos?? De todas as "b" na lousa do "Ferraço"?? E das inéditas faltas da "Colheradas de Coca-Cola"??


Ahhh claro... e para o pessoal mais fantástico do Basoca - 2TA

"Ehhh você tem noção de quanto é um Terabyte?" - Quase morri ao escutar a resposta, infelizmente é impublicável, até porque não existe computador no mundo que suporte uma explicação dessas, só pra você ter uma noção, a coisa chegou num ponto que não sabiamos mais o por quê de tanta abóbora.

Ah sim! O título... quem não viu o Rogérinho imitando a antiga inspetora do Basoca... meus pêsames...

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Colheradas de Coca-Cola

"-Quem dormiu na aula de história levante a mão.(silêncio)

Jóia, jóinha.

-Quem nunca dormiu na aula de história.(ola)

Jóia, jóinha... para aqueles que dormiram na aula, que eu não vou citar agora que são Fulano, Beltrano, Ciclano, PA-RA-BÉNS. Aqueles que nunca dormiram numa aula de história... terão a oportunidade de dormir... Não é minha gente??


Mas na verdade, me desculpem a palavra... mas as pessoas que conseguem repetir em história... são... peço que me perdoem novamente... mas essas pessoas são uma MER-RE-QUI-NHA."

A verdade é que esse texto retrata um pouco da rotina das aulas de história do "Basoca"



segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

O começo no "Basoca"

Quando se entra no Basoca você tem uma visão de algo novo, belo, extraordinário, e totalmente diferente de qualquer outra escola estadual.
Mas, com o passar do tempo esse ancantamento acaba, digo isso porque estou lá há quase dois anos e passei por isso, e vi o primeiro ano corrente passar pela mesma coisa...
Não é que a escola se torne ruim (para alguns sim), mas na minha opinião é bom que isso aconteça, é bom que o "encantamento" que temos em relação ao "Basoca" se acabe, pois somente assim poderemos ver os defeitos e tentar consertá-los... A pena é que nem todo mundo pensa assim... ou até pensa, mas olha em volta e vê mais de 360 adolescentes e diz "não vou conseguir sozinho".
Mas o "Basoca" é sim algo extraordinário. Não digo novo porque tem coisas a serem feitas que não dependem exclusivamente da vontade do alto escalão. Não digo belo somente por causa da pintura que fizeram na escola, a cor é bonita até... mas o trabalho não foi bem feito...
Foi uma loucura a época da pintura.... mas isso é uma outra história... com muitas colheradas de Coca-Cola^^

domingo, 9 de dezembro de 2007

Mais um ano que se acaba

Faltam apenas 23 dias para entrarmos em 2008. Ainda não estou totalmente de férias, tenho que ir terça-feira para ter uma tarde inteira de Access... Legal? Não, na verdade acho Access um porre, prefiro programar na "unha" utilizando uma linguagem decente como Delphi 7, ou até mesmo o inglês estruturado do Visual Basic 6.
Mas, voltando à minha reflexão sobre o fim deste ano acho que já posso começar a fazer uma retrospectiva de como foi o ano de 2007, um ano em que experimentei os sentimentos mais profundos que alguém pode ter, um ano em que aconteceram muitas coisas engraçadas, um ano em que conheci um mundo novo, com gente nova que me trouxeram sonhos novos, um ano que me fez ter mais vontade ainda de fazer uma coisa... pegar dispensa das aulas de Educação Física, não que eu não goste de esportes, o que eu não gosto é de correr debaixo de um sol quente às 10 da manhã... ninguém merece...

Ao longo dos próximos dias estarei contando, aos poucos, como foi o ano de 2007, aliás, acho que terei que começar de 2006 quando entrei no Basoca, um lugar que encontrei amigos para a vida toda, amigos que estão sempre ali, seja na alegria, seja na tristeza.